quinta-feira, 19 de outubro de 2017

One More Light (Official Video) - Linkin Park

Desobedeça! sempre que tudo.......

ELLE convida 7 novos estilistas para reinterpretar o jeanswear da Lez a Lez




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O jeans já foi atualizado e reinventado tantas vezes, que faz sentido se questionar se ainda é possível ser criativo com ele. O cenário atual, no entanto, tem mostrado que sim. Há, de fato, algo novo no ar. 
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Alguns estilistas que capturaram a essência camaleônica do tecido conseguiram criar um novo frenesi ao redor do jeanswear ao mesclar estilos de décadas passadas a elementos que até então não eram tão valorizados. Pense na Gucci e seus bordados vintage e as calças de Demna Gvasalia na Vetements. Elas parecem retalhos unidos e fazem parte da vontade do estilista de celebrar o que costuma ser renegado.
Leandro Benites, da BEN 012345678910
No Brasil, a inovação fica por conta dos tecidos tecnológicos que agradam as consumidoras que desejam peças cada vez mais confortáveis e duráveis, e não uma moda passageira. “O jeans é um dos tecidos mais versáteis da moda, e isso se aplica perfeitamente a um país grande e diverso como o nosso”, explica a estilista Juliana Jabour, atual diretora criativa da Lez a Lez, sobre a paixão nacional pela peça. “Desde o seu surgimento, a calça jeans se adaptou muito bem ao nosso mercado, e com a inovação constante das empresas têxteis no País, hoje temos tecidos para os mais diversos climas e situações”. A marca, por exemplo, que tem um grande foco em jeanswear, usa em várias de suas criações um tecido especial, criado a partir do fio Emana, da Rhodia, que entre diversos benefícios melhora até a microcirculação sanguínea. “A tecnologia está cada vez mais alinhada à moda, e vemos isso em tecidos inteligentes, modelagens que se adaptam ao corpo de qualquer pessoa e em lavagens diferentes. Estamos apenas no começo de uma grande evolução no mercado jeanswear”, aponta Jaqueline Devegili, responsável por todo o setor de denim na etiqueta.
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O skinny lidera as prateleiras por aqui, mas há quem se esforce para provar que ainda existe muito a ser mostrado em modelagens. Afinal, em um país com tanta tradição e qualidade em jeanswear, não existe motivo para limitações. “Vejo que a mulher brasileira se importa muito em valorizar as curvas, mesmo tendo muitas opções de shapes diferenciados”, observa Jaqueline. “Acredito que ela seja capaz de se libertar nesse quesito, e nós também podemos incentivá-las a nem sempre mostrar ou até mesmo desejar desenhar essas curvas”.
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Renata Buzzo,
Renata Buzzo.
 Marcelo Von Trapp, 
Marcelo von Trapp, da Von Trapp.
Tom Martins, 
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André Boffano e Sam Santos, da Modem.
Rafaella Caniello, 
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Rafaella Caniello, da Neriage.
Leandro Benites, Andre Boffano e Sam Santos são os sete jovens talentos que acreditam nessa ideia e foram convidados pela ELLE a reinterpretar o jeans da Lez a Lez, usando esse tecido especial, e confirmar, sem amarras, que é possível ser muito criativo com o material.
fonte via ELLE

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Mande uma Mensagem de Pesar no Dia do Médico

ORWELL E A PÓS-VERDADE

Resultado de imagem para Orwell: o romance 1984,
Os seis conselhos de Orwell para escrever bem são muito conhecidos, mas ultimamente se fala bem mais de outro texto de Orwell: o romance 1984, publicado em 1949, três anos depois de A Política e a Lingua Inglesa.
Resultado de imagem para Orwell: o romance 1984,
O clássico sempre foi popular (a primeira adaptação cinematográfica foi feita em 1956), mas nos últimos meses foi bastante citado em referência à pós-verdade e às notícias falsas.
 George Orwell pensando em se seguir suas cinco primeiras normas ou apostar em a sexta
Um exemplo: esse fragmento que poderia explicar a diferença entre uma mentira e uma pós-verdade. 

https://youtu.be/M-0srVVZ8_g
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Aqui a palavra -chave é preto-branco. Como tantas outras palavras da novilíngua, também esta tem dois sentidos antagônicos.
 Imagem relacionada
Aplicada a um opositor, significa o hábito de afirmar sem pudor que o preto é branco, contrariando a evidência dos fatos.
 Imagem relacionada

Aplicada a um membro do Partido, designa a lealdade diligente em afirmar que o preto é branco quando a disciplina do Partido assim exige.
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Mas significa também a capacidade de acreditar que o preto é branco, e mais ainda, de saber que o preto é branco, e esquecer que alguma vez se tenha pensado o contrário. Isso
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implica a constante alteração do passado, só possível pelo sistema de pensamento que na verdade abarca todo o resto, e que se designa na novilíngua pela palavra duplipensar.
 fonte: EL PAÍS imagens google


Assista filme A Revolução dos Bichos George Orwell